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segunda-feira, 18 de junho de 2012

RESULTADOS DIFERENTES, TRATAMENTOS DIFERENTES!

A foto acima mostra o resultado do teste de estresse adrenal (que faz parte dos 5 exames bioquímicos funcionais que realizo na clínica), em 3 pacientes atendidos no mesmo dia, na semana retrasada. Achei muito interessante em colocá-los aqui para dar a noção a todos sobre as diferenças que as pessoas apresentam em seu metabolismo. O paciente mais a direita não apresenta estresse adrenal, o do meio estresse adrenal moderado, e o mais a esquerda já o estado de fadiga adrenal. As glândulas adrenais são responsáveis, dentre outras coisas, pela produção de cortisol. Produzir cortisol é normal, pois precisamos do cortisol para luta e fuga, para nos mantermos atentos, focados, para cicatrizarmos, até para não termos hipoglicemia. Estresse adrenal significa aumento na produção de cortisol, ou seja, o paciente do meio pode estar com alteração do sono, pode apresentar falta de determinados micronutrientes para combater o estresse crônico, pode estar pulando refeições, pode estar comendo carboidratos refinados, deve estar com os adipócitos inflamados, e pode apresentar possíveis resultados como hiperglicemia, diabetes, queda da resposta imune, gripes e resfriados constantes, osteopenia e osteoporose, hipotiroidismo, entre outros. Para dar uma noção, neste pacientes precisamos reduzir o sódio da dieta. Já o paciente da esquerda, com fadiga adrenal, precisamos reduzir o magnésio e aumentar o sódio, aumentar os níveis de ácido pantôtenico (vitamina B5), e outras medidas. Ou seja, tenho uma ferramenta importante para buscar as causas dos problemas apresentados pelos pacientes, e os tratamentos mudam conforme os resultados. E o que acho importante e uma vantagem destes exames que faço, é que podem ser feitos a qualquer hora do dia. E tudo isso coloco nos laudos que faço e envio para o paciente e para o seu nutricionista ou médico.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

RELATO DE CASO!!

Ontem na clínica atendemos uma paciente que apresentava como queixa principal um cansaço extremo, não conseguia dormir profundamente, acorda a noite e acorda pela manhã com sensação de cansaço. Vem com isso há 3 anos (ou seja, já se cronificou) desde que teve um problema profissional. Fisiologicamente pensando, produção de serotonina e melatonina muito baixas, portanto, estresse oxidativo em nível altíssimo. Unhas muito fracas, olheiras, edema de membros, ansiedade, irritabilidade, vários sintomas que na avaliação física fui fazendo a correlação fisiológica e nutricional. Além disso, o cérebro é o grande regulador da função das adrenais (eixo hipotalamo-hipófise-adrenal), e sem dormir, as glândulas adrenais podem se encontrar em situação de estresse intenso ou já na situação de fadiga adrenal, em que o tratamento é completamente oposto do estresse adrenal. Claro que indicamos a ela fazer os exames bioquimicos funcionais, a paciente aceitou, fez, e o resultado como esperado, estresse oxidativo moderado (leve, moderado, intenso) e fadiga adrenal. O importante aqui é que os sintomas que descrevi e outros são comuns também no estresse adrenal como na fadiga adrenal, o exame bioquimico feito com urina e saliva serviu para esta diferenciação e prescrevermos o tratamento adequado. Ex: no estresse adrenal fazemos restrição de sódio, na fadiga não. Reitero que fazemos estes exames em pacientes que desejem por conta própria ou por colegas que encaminhem; não ficamos com o paciente para tratarmos, apenas emitimos o laudo dos exames e sugerimos ao nutricionista possíveis alimentos, fitoterápicos e compostos a serem utilizados.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Intestino controla memória!!

A memória depende de inúmeros fatores, e dentre eles, a saúde intestinal. Quem participou do curso deste fim de semana pôde observar como o estado de disbiose intestinal interfere na plasticidade de neurônios e como alguns ácidos graxos podem beneficiar os pacientes que apresentam estes problemas. Fiz questão de falar sobre o assunto porque nosso exame bioquimico funcional (EBF) de urina que avalia a presença e o grau de disbiose tem trazido muitos resultados legais para os nutricionistas que tem indicado seus pacientes para a clínica. Temos enviado laudos para os colegas, que podem imediatamente entrar com alimentos e suplementos voltados para o tratamento da disbiose, e conseguir melhora das alterações cerebrais, como por exemplo a memória, já se vê em 40 a 60 dias. E veja como é importante o tratamento global dos pacientes: glutamina é fundamental para tratar a disbiose, mas glutamina pode levar a formar glutamato demais e aumentar a excitação cerebral. Além disso, quando o cérebro está sob estado de estresse oxidativo, também envelhece mais rápido, e mostrei no curso como alguns óleos são capazes de reduzir a formação de produtos finais da peroxidação lipídica. Como os óleos não são baratos, mas resolvem, é preciso ter certeza que o paciente apresenta estresse oxidativo e onde. E ai juntamos nossos exames funcionais (que também mostram estresse oxidativo e de que grau) com o bioressonância, que mostra inclusive os locais no corpo que estão com maior deficiência. Em breve, deveremos fazer alguma palestra gratuita para mostrarmos aos colegas como funciona o vegatest (bioressonancia) e como seus resultados podem ajudar a diagnosticar e tratar seus pacientes. Espero que as informações passadas no curso tenham ajudado a todos. Obrigado aos que compareceram e às empresas Vital Atman e Bioon que acreditaram na proposta e que proporcionaram a gratuidade do curso!!