segunda-feira, 16 de março de 2009

ASPARTAME GERA CÂNCER


Aspartame é um edulcorante ou adoçante artificial formado a partir de dois aminoácidos (encontrados nos alimentos - fenilalanina e ácido aspártico) e mais a molécula do metanol. É 160 a 220x mais doce que o açúcar comum, mas não provoca cáries; só até aí vão as coisas boas. Infelizmente ele fornece calorias como o açúcar e é instável sob altas temperaturas (metanol torna-se tóxico - lembrar que metanol é combustível de carros de corrida nos Estados Unidos, por exemplo). Segundo 2 artigos recentes, de 2006 e 07, que recebi hoje da colega Gabi Galsig (a quem agradeço o envio), a ingestão de doses baixas, de 20mg/Kg/dia, é capaz de provocar câncer (aumento de linfomas, leucemias, câncer de mama e câncer renal - pelvis e ureter). Estas doses são consideradas baixas porque o Brasil segue a recomendação do FDA que libera o uso de até 50mg/Kg/dia. Estudos na década de 70 já haviam demonstrado a chance aumentada de problemas neurológicos com o aspartame, além do risco de retardo mental nos recém-nascidos que por ventura desenvolvam a doença chamada de fenilcetonúria, que determina uma incapacidade do fígado de processar um dos constituintes (aminoácido fenilalanina) do aspartame. Independente da idade, sexo, etnia, ou qualquer outra coisa, hoje eu recomendo abolir este adoçante.

2 comentários:

Anônimo disse...

Henrique, você pode me mandar estes artigos?
a.analuisa@yahoo.com.br
Obrigada
Ana Luisa

Henrique F Soares disse...

Já enviei, bj

Henrique